segunda-feira, 1 de junho de 2020

O Racismo estrutural americano


"Eu não consigo respirar", foi a frase repetida várias vezes por George Floyd, o mais recente caso de racismo explicito que chocou o mundo e levou a inúmeros protestos nos EUA e no mundo.

A barbárie aconteceu na última segunda-feira, dia 25 em Minneapolis, Estados Unidos. Além dos protestos envolvidos, uma luta clara contra o racismo, a tragédia levanta mais uma vez a questão do debate sobre o preconceito racial.

Apesar de ser uma nação de primeiro mundo, os Estados Unidos não estão longe de ser uma sociedade perfeita, muito pelo contrário. O racismo dos séculos passados ainda sobrevive, mesmo que em menor grau do que no passado, mesmo assim ele ainda tem foça para nós mostrar que esta bem vivo.

As raízes do racismo na maior potencia do mundo vem desde a sua era colonial. Quando se tornou independente, apenas os norte-americanos pertencentes a classe  WASP, acrônimo para  "Branco, Anglo-Saxão e Protestante" (White, Anglo-Saxon and Protestant), tinha privilégios exclusivos em matéria de educação, imigração, direito ao voto, cidadania, aquisição de terra, e não se engane em acreditar que essa condições duraram pouco, elas foram do século XVII até a década de 1960.

Não podemos esquecer que aquele país viveu uma severa segregação racial, baseada em discriminação racial em instalações públicas e privadas, serviços e oportunidades (a moradia, cuidados médicos, educação, emprego e transporte).

O racismo é estrutural nos Estados Unidos, e isso é um fato. As manifestações contra a morte de Floyd são validas, e são a maior demonstração de que o racismo estrutural americano não e mais tolerado.

Fora dos Estados Unidos, podemos trazer a realidade da discriminação racial no Brasil, algo que precisa ser também comentado, fomentado, discutido com seriedade. Vocês leitores, apoiem negros, leiam livros de negros, somos todos iguais. Fomentem o amor ao próximo.



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